No próximo dia 28 de Junho de 2014, irá realizar-se mais uma edição da Peregrinação em Família Claretiana a Fátima. É uma excelente oportunidade de congregar em Fátima as diversas componentes da Família Claretiana numa jornada de oração, convívio e fraternidade. Este ano o tema da Peregrinação é: “O Amor de Cristo impele-nos”. Da parte da tarde alguns jovens das nossas Paróquias irão levar a cena o musical "Jesus Cristo Superstar."
Consulta o cartaz com o programa da Peregrinação aqui: http://claretianos.pt/jc/index.php/participar/peregrinacao-familia-claretiana
Entre os dias 30 de Março e 1 de Abril um grupo de 64 jovens e 14 animadores, provenientes das Paróquias do Cacém (Lisboa), Tondela e dos diversos centros da Paróquia de Pedroso, estiveram reunidos na Casa da Juventude Claret – Carvalhos, com o intuito de celebrar a Páscoa. Ao longo destes dias procurámos viver intensamente o lema desta Páscoa Jovem: do desencanto à Esperança! Através da vivência do Tríduo Pascal e das diversas celebrações (Última-Ceia, Via-Sacra, Adoração da Cruz, Vigília Pascal, Ressurreição do Senhor) pudemos fazer a experiência, quer a nível pessoal quer de grupo, do que significa passar do desencanto à Esperança! Para fazermos esta experiência de passagem (Páscoa) foi muito importante darmo-nos conta dos nossos desencantos e compreendermos os desafios da Páscoa.
Lê o resto da notícia e vê as fotos da Páscoa Jovem no facebook da Juventude Claretiana
Estamos em plena Semana de Oração pelas Vocações. O Papa Francisco, na sua mensagem para o 51º Dia Mundial de Oração pelas Vocações, convida-nos a "dispormos o nosso coração para que seja «boa terra» a fim de ouvir, acolher e viver a Palavra e, assim, dar fruto. Quanto mais soubermos unir-nos a Jesus pela oração, a Sagrada Escritura, a Eucaristia, os Sacramentos celebrados e vividos na Igreja, pela fraternidade vivida, tanto mais há-de crescer em nós a alegria de colaborar com Deus no serviço do Reino de misericórdia e verdade, de justiça e paz. E a colheita será grande, proporcional à graça que tivermos sabido, com docilidade, acolher em nós".
Hoje em dia não é fácil escutarmos a voz de Deus, sobretudo os mais jovens. Vivemos imersos numa quantidade de ruídos (externos e internos) e de medos que dificultam a ação de Deus em nós. Mas, afinal, de que temos medo? Porque não deixamos Deus entrar em nós, na nossa vida, no nosso coração?
"Tu tens que dar um pouco mais do que tens", diz-nos o refrão de um cântico bem conhecido entre os mais jovens. Hoje, mais que nunca, temos que dar um pouco mais do nosso tempo, da nossa vida, do nosso coração... temos de ter a ousadia de ser mais, de nos entregarmos mais a Deus e transformar a nossa vida num projeto de vida de Deus, qualquer que seja a nossa vocação (matrimónio, sacerdócio ou vida consagrada/ religiosa).
Nesta Semana de Oração pelas Vocações procuremos rezar por todos aqueles que colocam a sua vida nas mãos do Senhor, de uma forma particular os mais jovens. Rezemos por todos aqueles que andam à procura de respostas... que o Senhor da messe ilumine os seus corações e desperte neles a generosidade e entrega de uma vida oferecida a Deus no anúncio do Reino e do Evangelho.
ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES
Pai Santo, que a todos nos chamas:
das casas e das famílias,
das escolas e das paróquias,
dos movimentos e dos grupos,
para sermos um só corpo em Jesus Cristo
e vivermos segundo o Espírito da verdade;
faz de nós autênticos discípulos,
no Matrimónio, no Sacerdócio,
na Vida Consagrada,
na missão e no serviço,
ao encontro do outro
para unificar a nossa existência
e testemunhar a alegria
e a beleza do Evangelho.
Ámen.
Dia dos Namorados: sentimentos, olhares e afetos
Verdade, verdade é que os sentimentos são um atraso de vida.
Paralisam ou põem tudo em rodopio.
Estremecem.
Tiram de órbita.
Afundam e ressuscitam.
Fazem rodar as quatro estações.
Na mesma tarde.
Acreditam?
Verdade, verdade é que os sentimentos atrasam. Deixam o trabalho para depois.
Despistam.
Aproximam o pó das estrelas e distanciam o pó das sebentas.
Que fazer?
Suspiros. Olhares. Olhinhos.
A linguagem passa perigosamente ao estado diminutivo sempre que os sentimentos perigosamente se expandem.
O pior é que nem pela ironia se dá.
Mas a verdade, a grande verdade é que os sentimentos interessam.
Tornam-nos gente.
Ensinam-nos a ser.
Pedem de nós o que trazemos de único e de irrepetível.
E preparam-nos para querer, para desejar receber o mesmo.
Do outro. Da outra.
Um comércio puro, gratuito.
Tão diferente, tão distante
dos rotineiros comércios. (...)
A qualidade do nosso estar, aqui ou noutro lado, as coisas que temos ou que gostamos mesmo de aprender, os outros com que vamos tecendo o quotidiano, o sentido mais profundo que buscamos emprestar à nossa vida
dão-nos estofo. Firmeza interior.
Capacidade de construir.
Tolentino, snpc