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Estar apaixonado

Recordamos um testemunho, conhecido relativamente à pouco tempo, da vida de santo António Maria Claret. É de um cidadão de Barcelona, contemporâneo do santo, que o narra com as seguintes palavras:
"Quando eu estudava na Universidade esteve uma temporada em Barcelona o Pe. Claret. Pregava todos os dias em várias igrejas, com grandíssima assistência de fiéis. Como toda a gente elogiava aquele famoso pregador, que fazia seis e sete sermões diários; movidos, parte por devoção parte por curiosidade, alguns estudantes decidimos seguir o famoso Missionário a todos os lugares onde pregasse, para nos certificarmos de quantos sermões fazia e se os repetia. Ao sair da igreja onde tinha pregado o sétimo sermão daquele dia, rodearam-no, como habitualmente, vários sacerdotes e muitas outras pessoas. Um senhor, ao beijar-lhe o anel, disse-lhe: "O senhor mata-se com tanta pregação. Não se percebe como pode resistir a tantas fadigas". "Isto é um mistério que não se compreende", acrescentou outro. Ao que o Pe. Claret respondeu:
“Apaixonai-vos por Jesus Cristo e pelos irmãos e compreendereis tudo… e fareis muito mais que eu.”
A mensagem está clara. O Pe. Claret tinha o seu segredo. A sua musculatura missionária não dependia das suas forças físicas, nem da sua preparação intelectual, nem da sorte, nem de coisas estranhas... O seu segredo era apenas este: estar apaixonado!

Ligar os pontos - Steve Jobs

É estranho dizer-se de um homem que morre aos 56 anos que tenha tido três vidas. Mas é isso que apetece dizer quando se escuta o inspirador discurso que Steve Jobs fez em 2005, na entrega de diplomas da universidade de Stanford, e que hoje podemos perceber claramente como uma espécie de testamento. Jobs conta, então, três histórias, que correspondem a momentos-chave do seu percurso. A primeira descreve os seus difíceis começos e ele chama-lhe “ligar os pontos”. O arranque da vida não podia ser mais áspero. Entregue para a adoção assim que nasceu, uma adolescência hesitante, a entrada numa universidade que os pais não conseguiam pagar nem ele verdadeiramente suportava, a dureza de uma juventude feita de biscates, meio à deriva…Mas no meio disso, a aprendizagem pessoal do valor das coisas, a busca exigente daquilo que realmente gostava e aceitar pagar o preço, em dedicação e esforço. Ele conta, por exemplo, que escolheu frequentar minuciosamente um bizarro curso de caligrafia. Só dez anos mais tarde, quando inventou o revolucionário Macintosh, percebeu que esse conhecimento viria a ter uma aplicação preciosa. Como diz Steve Jobs, precisamos confiar que os pontos dispersos do nosso percurso se vão ligar e receber daí confiança para seguir um caminho diferente do previsto.
A segunda história é sobre o amor e a perda. Ele inventou com um amigo, na garagem da sua casa, um negócio que, em apenas uma década, passou a mover 2 biliões de dólares e 4000 empregados. E, precisamente, quando julgava ter alcançado o auge despedem-no. Impressionante é o modo como integra este golpe, depois de um primeiro atordoamento: «Decidi começar de novo. E isso deu-me liberdade para começar um dos períodos mais criativos da minha vida». A verdade é que ele se reinventa e volta à liderança da empresa da qual havia sido dispensado.
A terceira história é acerca da doença e da morte. E numa cultura que se recusa a encarar qualquer uma delas, Steve Jobs deixa um testemunho exemplar de sabedoria e humanidade: «A morte é muito provavelmente a melhor invenção da Vida…O nosso tempo é limitado então não o desperdicemos… Tenhamos a coragem de seguir o nosso coração». Por isso, a sua morte recente não nos obriga apenas a lembrar a revolução tecnológica que ele aproximou dos nossos quotidianos. Ela obriga-nos a arriscar “ligar os pontos” dentro de nós.

José Tolentino Mendonça

O discurso do rei

O discurso do rei é um dos mais fortes candidatos aos cobiçadíssimos e popularíssimos Óscares. Cresce, por isso, a olhos vistos, a expectativa sobre o filme que evoca o mais importante discurso de Jorge VI, rei de Inglaterra: a primeira vez que o monarca se dirigiu ao povo britânico desde que foi declarada a guerra entre o Reino Unido e a Alemanha.

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Ser católica na política

Soa-me sempre um pouco estranho quando me perguntam como é ser católico na política. Fico a pensar em que particularidade haverá quando comparado com ser católico no trabalho em geral ou em casa ou com os amigos ou com as pessoas com quem casualmente nos cruzamos na vida. É diferente?
“Ser católico” contém a resposta em si mesmo: é-se católico, não se está católico num momento ou numa condição, é-se ou procura-se ser em todos os momentos e em todas as circunstâncias. E por isso só sei responder o que é para mim ser católica ou, dito de outro modo, como me sinto católica. E aqui, na política, como na Faculdade ou na advocacia ou em qualquer lado, para mim ser católica é procurar sempre pôr a render ao serviço dos outros os talentos que Deus me deu e através desse serviço, desse acolhimento, dessa atenção e preocupação, sentir o Seu perfume e viver o Seu amor.
Não me sinto especificamente “católica na política”, procuro ser católica, da mesma maneira, em todo o lado, mas sei que estou na política porque sou católica.

Assunção Cristas
Deputada
In Observatório da Cultura, n.º 14 (Novembro 2010)

A roda da sorte

A notícia caiu-me assim, sem mais nem menos, na segunda-feira, 3 de Outubro, de 2011. Sob a epígrafe “Vidas suspensas à espera da morte” o corpo da notícia referia dois bebés abandonados no Porto e em Vila do Conde, na última semana. Precisarão de sorte e de que o sistema funcione na perfeição, para que tenham a possibilidade de um futuro normal.De imediato, ocorreu-me a ideia: o que leva uma pessoa a abandonar um bebé num local público? Julgo não ser possível estabelecer possíveis relações de causa-efeito. Contudo, é possível reconhecer o processo que leva determinadas pessoas a ter determinado comportamento. Normalmente, a pobreza (de espírito, diria eu) associada a famílias desestruturadas e a doenças mentais, a “imaturidade emocional” é a expressão mais usada. Acrescente-se ainda, a psicose de puerpério e uma depressão pós-parto, e temos o quadro mais ou menos completo. Abandonar uma criança é crime. Entregá-la numa instituição não é crime. Não se abandona um filho, salvaguardando as situações apontadas acima (situações de psicose de puerpério e uma depressão pós-parto grave) torna o agente inimputável. A notícia é omissa quanto ao facto de, até hoje, volvida uma semana, encontrar o(s) responsável (eis). Ocorreu-me as palavras de Ortega, quando diz: “O homem é o homem e a sua circunstância”, quer dizer, o homem é o homem na sua formação, na política, na ética, cultura e sociedade. É preciso saber quem abandonou os bebés, quem são os envolvidos. A sociedade precisa de uma resposta urgente, para que absurdos destes não se possam repetir.

Adão Vaicondeus

 

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